Participantes saíram do encontro com a missão levar as discussões para suas comunidades e mobilizar romeiros para a caminhada que será realizada no dia 05 de junho de 2027, em Aragarças.
Fotos: Marilia da Silva / CPT Goiás

Mais de 70 pessoas, vindas de vários municípios da Diocese de São Luís de Montes Belos, participaram, nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, do Seminário de preparação da 18ª Romaria da Terra e das Águas. Entre elas estavam representantes de comunidades do campo, comunidades cristãs, lideranças populares e movimentos de trabalhadores rurais.
O encontro, realizado na Casa São Paulo, na cidade de São Luis de Montes Belos, teve como propósito aprofundar as reflexões sobre o tema da Romaria, “No abraço dos rios a vida em abundância”, e seu lema, “Corra o direito como água e a justiça como rio que não seca” (Am 5,24), além de animar comunidades e movimentos a assumirem seu papel de mobilizadores para a caminhada, que será realizada em Aragarças, no dia 5 de junho de 2027.






O encontro contou com apresentações de Dom Lindomar da Rocha Mota, bispo diocesano, de Padre Laurito, pároco da Igreja Senhor Bom Jesus, de Aragarças, de Padre Carlinhos, de Firminópolis e de irmãs religiosas que acompanham comunidades em vários municípios de Goiás. A assessoria contou ainda com a professora Gislene Auxiliadora, pesquisadora da Escola de Agronomia da UFG, que falou sobre conservação da biodiversidade do Cerrado, e Antônio Baiano, que fez a memória das Romarias de Goiás.
A programação incluiu momentos de espiritualidade, formação, partilha de experiências e construção coletiva, com debates sobre o Cerrado como território de vida, a crise climática e seus impactos sobre as populações do campo e da cidade. O seminário também abriu espaço para denúncias, anúncios e propostas de ações concretas em defesa do Cerrado, bioma Berço das Águas do Brasil.






